Após de mais de quatro anos peleando, tanto a Alemanha quanto o Japão estavam com o tanque na reserva, ao contrário dos EUA, que estava vindo queimando (inclusive com Napalm) e a toda a velocidade pra cima do Eixo. A Itália, como só tomou chumbo (e do grosso), teve de ficar com o rabo entre as pernas esperando ajuda da Alemanha.
Adolfinho, por sua vez, estava desesperado com os comunistas que avançacam como um rolo compressor que destruía tudo por onde o Exército Vermelho passasse, incluindo cidades soviéticas (efeito da Vodka). Tojo já imaginava que os EUA iam fazer de tudo para vingar o famigerado ataque japonês contra aquela ilha de merda no meio da água. Quem mandou os japoneses darem pretexto para os EUA iniciarem mais uma batalha pela democracia
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Causas da Guerra...
Com o fim da Primeira Guerra Mundial e a subsequente derrota do Império Alemão, a Alemanha foi repartida, seus cofres saqueados, sua indústria destruída, as mulheres alemãs capturadas para servir como prostitutas na Holanda, todo o estoque de salsishas e chucrute foi destituido dos alemães e os homens que sobraram levados para o trabalho escravo. Esses acontecimentos, que ratificavam o Tratado de Versalhes colocavam a Alemanha numa posição humilhante (de quatro) perante os outros países (principalmente os vencedores). Isso causou no povo alemão uma grande revolta, que acabou por tornar o mesmo xenófobo e antipático, exatamente como o conhecemos hoje.
Para darem o troco na França, na Inglaterra e na Rússia (que saiu no meio da Primeira Guerra Mundial, quando ainda estava em vantagem), os alemães decidiram chutar o balde e elegeram o ser certo para comandar o país durante o rearmamento: Adolf Hitler. Ele prometia eliminar 10.587 grupos étnicos, associações esportivas e o que mais ele visse pela frente, incluindo o próprio povo alemão, no que aliás demonstrou estupenda competência. Os discursos emos de Hitler conseguiram tocar o coração dos líderes das outras nações, que começaram a relaxar as imposições contra a Alemanha. Hitler subiu ao poder em 1933. Em 1938, a Alemanha já estava com a sua indústria 666% maior do que antes da Primeira Guerra Mundial e seu exército era o mais bem equipado de toda a Europa.
Quando Hitler exigiu a anexação de 99,7% do território polaco para construir um campo de golfe e foi negado, decidiu então tomar a Europa inteira pela força. Para evitar problemas no leste, assinou o Pacto Ribbentorp-Molotov com a URSS, o qual dividia a Polônia entre os nazistas e soviéticos. Preparou o exército, as divisões blindadas (ou Panzers), a aeronáutica, deu as ordens aos generais e gritou a famosa frase que iniciou a Segunda Guerra
Para darem o troco na França, na Inglaterra e na Rússia (que saiu no meio da Primeira Guerra Mundial, quando ainda estava em vantagem), os alemães decidiram chutar o balde e elegeram o ser certo para comandar o país durante o rearmamento: Adolf Hitler. Ele prometia eliminar 10.587 grupos étnicos, associações esportivas e o que mais ele visse pela frente, incluindo o próprio povo alemão, no que aliás demonstrou estupenda competência. Os discursos emos de Hitler conseguiram tocar o coração dos líderes das outras nações, que começaram a relaxar as imposições contra a Alemanha. Hitler subiu ao poder em 1933. Em 1938, a Alemanha já estava com a sua indústria 666% maior do que antes da Primeira Guerra Mundial e seu exército era o mais bem equipado de toda a Europa.
Quando Hitler exigiu a anexação de 99,7% do território polaco para construir um campo de golfe e foi negado, decidiu então tomar a Europa inteira pela força. Para evitar problemas no leste, assinou o Pacto Ribbentorp-Molotov com a URSS, o qual dividia a Polônia entre os nazistas e soviéticos. Preparou o exército, as divisões blindadas (ou Panzers), a aeronáutica, deu as ordens aos generais e gritou a famosa frase que iniciou a Segunda Guerra
Ditadura Militar no Brasil
O período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil. Esta época vai de 1964 a 1985. Caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão aos que eram contra o regime militar.
Imagem de Tanques nas ruas: o primeiro dia do Golpe Militar de 1964

Imagem de Tanques nas ruas: o primeiro dia do Golpe Militar de 1964
domingo, 14 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
As vítimas preferenciais do nazismo: os judeus
Nos seis anos anteriores à Segunda Guerra Mundial, iniciada em 1939, os nazistas institucionalizaram a violência, prendendo arbitrariamente e executando seus inimigos políticos: comunistas, sindicalistas e líderes esquerdistas de modo geral.
O nacional-socialismo soube manipular os instintos agressivos do ser humano e canalizou o ódio dos alemães particularmente contra os judeus, pois existia uma tradição anti-semita entre os povos nórdicos. Desse modo, os judeus serviram como bode expiatório para todos os males alemães. A partir de 1934, o anti-semitismo tornou-se uma prática do governo, além de nacional. Os judeus foram proibidos de trabalhar em repartições públicas. Suas lojas e fábricas foram expropriadas pelo governo. Além disso, eram obrigados a usar braçadeiras com a estrela de Davi, para poderem ser facilmente discriminados.
A radicalização do anti-semitismo oficial forçou mais da metade da população judaico-alemã a deixar o país, à procura de exílio. Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, restavam apenas 250 mil judeus na Alemanha, menos de 0,5% da população total. Com a Guerra, tanto estes quanto os judeus dos paíes ocupados por Hitler foram enviados para os campos de extermínio, o que resultou no holocausto - o massacre de 6 milhões de pessoas
O nacional-socialismo soube manipular os instintos agressivos do ser humano e canalizou o ódio dos alemães particularmente contra os judeus, pois existia uma tradição anti-semita entre os povos nórdicos. Desse modo, os judeus serviram como bode expiatório para todos os males alemães. A partir de 1934, o anti-semitismo tornou-se uma prática do governo, além de nacional. Os judeus foram proibidos de trabalhar em repartições públicas. Suas lojas e fábricas foram expropriadas pelo governo. Além disso, eram obrigados a usar braçadeiras com a estrela de Davi, para poderem ser facilmente discriminados.
A radicalização do anti-semitismo oficial forçou mais da metade da população judaico-alemã a deixar o país, à procura de exílio. Às vésperas da Segunda Guerra Mundial, restavam apenas 250 mil judeus na Alemanha, menos de 0,5% da população total. Com a Guerra, tanto estes quanto os judeus dos paíes ocupados por Hitler foram enviados para os campos de extermínio, o que resultou no holocausto - o massacre de 6 milhões de pessoas
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
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