Para darem o troco na França, na Inglaterra e na Rússia (que saiu no meio da Primeira Guerra Mundial, quando ainda estava em vantagem), os alemães decidiram chutar o balde e elegeram o ser certo para comandar o país durante o rearmamento: Adolf Hitler. Ele prometia eliminar 10.587 grupos étnicos, associações esportivas e o que mais ele visse pela frente, incluindo o próprio povo alemão, no que aliás demonstrou estupenda competência. Os discursos emos de Hitler conseguiram tocar o coração dos líderes das outras nações, que começaram a relaxar as imposições contra a Alemanha. Hitler subiu ao poder em 1933. Em 1938, a Alemanha já estava com a sua indústria 666% maior do que antes da Primeira Guerra Mundial e seu exército era o mais bem equipado de toda a Europa.
Quando Hitler exigiu a anexação de 99,7% do território polaco para construir um campo de golfe e foi negado, decidiu então tomar a Europa inteira pela força. Para evitar problemas no leste, assinou o Pacto Ribbentorp-Molotov com a URSS, o qual dividia a Polônia entre os nazistas e soviéticos. Preparou o exército, as divisões blindadas (ou Panzers), a aeronáutica, deu as ordens aos generais e gritou a famosa frase que iniciou a Segunda Guerra
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